Escritórios Corporativos: O Design de Interiores como pilar para o negócio!

Ao compararmos fotos de escritórios dos anos 1990 e dos anos 2010, as diferenças de cores usadas e disposição de móveis são gritantes: as empresas antigas, pensando apenas na concentração constante no trabalho, criavam ambientes austeros com sua disposição quadrada de móveis e cores sóbrias, principalmente as neutras.

De lá para cá, empresas de tecnologia como Microsoft, Google, Samsung inovaram o espaço de trabalho, pois precisavam de funcionários mais motivados e criativos: levaram cores mais vibrantes para dentro do escritório, antes impensáveis; investiram em móveis não convencionais, como redes em vez de cadeiras, ou em medidas mais simples, como diferentes disposições de móveis, para quebrar o pensamento linear; e em novos ambientes dentro da empresa, como áreas de convivência / lazer.

É possível citar como exemplo de novo ambiente dentro da empresa o parklet (mini-praça, que pode ser usado como sala de convivência) construído recentemente na sede do Google de São Paulo.

Afinal, a maioria das pessoas passa mais tempo no ambiente de trabalho do que em casa; portanto, é essencial tornar locais de trabalho mais aconchegantes e criativamente estimulantes. Soma-se a isso a descoberta da importância da ergonomia, hoje cobrada legalmente.

Os principais benefícios destes novos conceitos são: mais motivação, aumento da criatividade e produtividade, menos afastamentos por problemas de saúde e pagamento de auxílio-doença, melhora da imagem da marca.

Por isso, vamos falar neste texto sobre alguns elementos que, se bem pensados, podem trazer estes efeitos.

 

Cores

É fundamental considerar as cores porque elas têm o poder de evocar sentimentos nas pessoas, que reagem a elas. Apesar de cada um reagir de um jeito diferente, porque o significado das cores pode ser biológico ou aprendido, de modo geral é possível prever algumas reações:

– Cores quentes (vermelho, laranja, amarelo): causam a impressão de que os objetos estão mais próximos do observador, portanto que os ambientes são menores. Mais intensas, aumentam a frequência cardíaca, fazendo mais sangue circular pelo cérebro.

Estimulam a criatividade associada à ação. Mas podem também causar irritação. Boas para serem usadas em ambientes de pouca permanência, como em corredores, e em detalhes da decoração de salas de trabalho, reunião e convivência.

– Cores frias (azul, verde, roxo): dão a impressão de que os ambientes são maiores. Como têm o poder de estimular a criatividade e tranquilidade, são boas para ambientes de longa permanência e salas de reunião. Mas, se os tons forem muito escuros, podem causar depressão e inércia.

– Cores neutras (branco, preto, cinza, bege e marrom): o melhor é usá-las combinadas com outras cores. Se bem utilizadas, equilibram o ambiente e podem trazer sensação de aconchego. Se mal utilizadas, causam desânimo nas pessoas.

 

Disposição dos móveis

Os ambientes devem combinar beleza, funcionalidade e ergonomia. E, hoje, devem servir para múltiplas tarefas com otimização de tempo. Dentro destas necessidades, uma escolha interessante são os móveis modulares, que são montados a partir de módulos, o que permite que sejam desencaixados e encaixados de diferentes formas, além de poderem ser deslocados mais facilmente, por serem mais leves.

É essencial contar com um escritório de arquitetura especializado em projetos corporativos, para ter um acompanhamento completo, do projeto ao acabamento, evitando assim surpresas desagradáveis e erros!

 

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